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terça-feira, 8 de maio de 2018

Desenvolvendo o Desejo Heterossexual - Por Jeffrey W. Robinson, Ph.D.


Dr. Robinson graciosamente deu ao JONAH  permissão para transcrever esta palestra de 2001, a qual ele entregou para a Evergreen Conference 2001 (do ministério baseado na fé Mórmon) e, ao fazer isso, também permitiu que o JONAH adaptasse a palestra, editando as referências específicas para a teologia Mórmon e sua prática, refletindo práticas mais universais/seculares, assim, o tornando mais adequado para o site do JONAH.


quinta-feira, 3 de maio de 2018

Terapia Reparativa Masculina -Joseph Nicolosi [Download]

Há homens homossexuais que rejeitam o rótulo de “gay” devido todo o fardo que esse rótulo implica sobre eles. Embora “homossexual” define um inegável aspecto psicológico, “gay” descreve um estilo de vida e valores que eles não afirmam.  A experiência desse homem conflita entre seus valores e sua
orientação sexual. Vivenciando seu desenvolvimento pessoal relutando por seus desejos homoeróticos, eles buscam não se entregarem, mas de superarem suas atrações homossexuais.

Em anos recentes, o psiquiatra profissional reserva suas opiniões de que o homossexualismo é maléfico à saúde. Isso resultou no abandono desse homem que eu chamo de homossexual não-gay. Embora a psicologia declare trabalhar com valores liberais de filosofia, o fato desvaloriza suas lutas e aconselhamentos em como lidar com o auto-ódio sobre a homofobia.

Na realidade a condição homossexual é um problema a ser desenvolvido e um dos resultados são os conflitos entre pai e filho. Heterossexuais desenvolvem necessidades de apoio e cooperação dos pais assim como o menino não se identifica com a mãe, mas sim com a figura paterna. O mau relacionamento com o pai pode resultar em carência de identificação à sua masculinidade. Uma grande proporção dos homens analisados no tratamento psicoterapeuta da homossexualidade encaixa-se nessa síndrome.

A carência na identificação sexual resulta não apenas na deficiência do relacionamento paterno, mas de pares masculinos na infância. O fenômeno gêmeo da auto negação masculina e problemas com pares são rapidamente identificados na literatura como precursores da homossexualidade. Essa opressão e a autonomia do mesmo sexo tende a erotizar a masculinidade. Há frequentemente uma alienação do corpo caracterizado pelo excesso de inibição e exposição. Há também uma deficiência na sensibilidade do poder pessoal. A resultante da homossexualidade é compreendida para representar o caminho para a reconciliação do prejuízo causado pelo conflito da identificação sexual.

Uma revisão sobre a literatura fisiológica demonstra que a genética e fatores hormonais não predeterminam no desenvolvimento homossexual. De qualquer forma alguns fatores tendem a tornar alguns meninos mais vulneráveis ao prejuízo de identificação aqui tratado.

Problemas associados com a homossexualidade incluem dificuldades de afirmação, a dependência sexual, a agressão e a defensiva de outros do sexo masculino. Homens homossexuais possuem dificuldade de relacionamentos não eróticos com outros homens.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

I am Michael e Michael Lost and Found - Comentário

Recentemente assisti as produções “I am Michael” (2015) e “Michael Last and Found” (2017), a primeira se trata de um longa sobre a vida de Michael Glatze, ex- ativista gay, atualmente ativista cristão ex-gay, e a segunda é um curto documentário que visa dar alguma continuidade ao filme, respondendo a curiosidade de muitos sobre como Glatze estaria atualmente.

Por ter maior visibilidade e distribuição, darei maior atenção à primeira produção.
Não só no elenco (James Franco, Zachary Quinto e Emma Roberts), mas também na direção (Justin Kelly) fica evidente se tratar de pessoas envolvidas em outras produções pró-LGBT. Os evolvidos evidenciam também não se tratar de um filme cristão, apesar do estilo “filme gospel” ser uma crescente.

Bastaria ver o elenco e direção para dispensar o filme sem o menor esforço, mas conheço o trabalho de Michael Glatze e mesmo não concordando 100%, não posso negar seu impacto e importância que teve na vida de inúmeras pessoas no aspecto da atração pelo mesmo sexo e religião cristã. Então, isso fez pesar a minha curiosidade em ver no que daria essa mistura entre um trabalho de conversão sexual e ativismo pró-LGBT dos envolvidos.

Era uma tragédia anunciada, mas eu me segurei ao fio de esperança, afinal de contas estávamos falando de Michael Glatze e ele não jogaria sua história no lixo de tal forma. Ou jogaria?

domingo, 15 de abril de 2018

Homossexualidade e Esperança - Aardweg [Download]





Nenhum aspecto da revolução sexual contemporânea mereceu mais destaque e provocou mais polêmica que a homossexualidade. Há vários anos somos bombardeados por argumentos de ambas as partes. De um lado, o movimento homossexual extremista, com exigências de tolerância e aceitação. Do outro, (atualmente com menor expressão pública), estão aqueles que rejeitam absolutamente o problema homossexual e não estão dispostos a encará-lo de modo algum.

No entanto, os aspectos mais importantes da homossexualidade não têm sido discutidos de forma adequada. Entre eles, a investigação das causas e o exame das possibilidades de mudança tanto no comportamento como na orientação homossexual. Atualmente, ao fim de muitos anos de controvérsia exagerada, existe um desejo de se se chegar a alguma conclusão. Em parte, isto se deve a uma mudança na forma como a opinião pública encara o problema. O movimento homossexual extremista dos anos 60/70 começou claramente a recuar. Muito embora o público tenha sido despertado para o tema da homossexualidade, passou também a abandonar a imensa simpatia que nutria anteriormente pelo movimento homossexual.

Resumindo, julgo que atualmente é possível, na cultura norte-americana e ocidental, dar início a uma reflexão racional, critica, porém simpática da homossexualidade. Por isso, a publicação deste livro de Gerard Van den Aardweg, Homossexualidade e Esperança, ocorre em um momento particularmente oportuno. O problema pode ser sintetizado assim: por um lado, temos todas as razões para nutrir simpatia e preocupação com aquele que possui sentimentos  homossexuais, reconhecendo a realidade da sua situação. Não podemos ignorar essas pessoas, nem pedir simplesmente uma mudança de comportamento. Portanto, aceitamos o problema homossexual como importante e real, sem menosprezá-lo de nenhuma forma.

Por outro lado, vêm surgindo, nas últimas décadas, muitos estudos relevantes sobre as origens da homossexualidade. Alguns demonstram claramente que a homossexualidade pode ser e já tem sido de fato mudada. As referências bibliográficas pioneiras apontando nesta direção já foram bem conhecidas e aceitas. Contudo, em consequência do movimento homossexual militante, este ponto de vista foi posto de lado nos últimos 10 ou 15 anos e ficou restrito a uma posição minoritária no campo da psicologia. O Prof., Van den Aardweg mostra o valor desta investigação e das pesquisas mais recentes, insistindo na necessidade de olharmos para esses dados. Isto já é por si só uma conquista importante. Mas, além disso, aceitando que a homossexualidade é um problema sério, ele apresenta uma estratégia psicológica para abordá-lo. Com isso o Dr. Van de Aardweg situa a homossexualidade em um novo contexto: a esperança de cura.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Superando Pornografia Gay com a Terapia Reparativa : Identificando três necessidades básicas

A fácil disponibilidade de pornografia e o vício consequente tem alcançado proporções epidêmicas e isso a mídia continua a ignorar. Para o homem com atração pelo mesmo sexo, pornografia gay torna-se um problema em particular por causa dos desejos naturais, mas os desejos são frustrados.
Como eu trabalho com homens com atração pelo mesmo sexo, torna-se evidente para eles que sua atração aparece muitas vezes no aparente cumprimento de três impulsos emocionais: (1) Inveja do corpo, (2) atitude de afirmação e (3) Compartilhamento de sentimentos. A imagem não se encaixa a cada homem com atração pelo mesmo sexo (como eu sempre digo aos meus clientes: "Se o que eu falo não soa verdadeiro para você, então vamos abordar esta questão de forma diferente), mas isso se encaixa na realidade de muitos homens. Quando isso é aceito tentamos trabalhar com a imagem do pornô para diminuir seu poder. Nós não precisamos usar imagens pornográficas explícitas, na verdade, a experiência clínica tem mostrado que as imagens não-explícitas do corpo masculino pode ser tão eficaz. Por isso, vamos analisar cada uma das três unidades emocionais discutidos acima, e veja como elas são representadas no pornô gay.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Nascido Gay? - Existem Evidências Científicas para a Homossexualidade?




O propósito deste livro é discutir até que ponto a afirmação comum de que um indivíduo nasce gay - feita por homossexuais e defensores do homossexualismo - é verdadeira ou falaciosa do de vista científico.

O autor examina e questiona a aceitação pública e política, cada vez maior, da homossexualidade como algo de cunho biológico e, portanto, imutável.



Escrito para o público em geral, este livro não apresenta, na medida do possível, termos técnicos e evita cálculos matemáticos e estatísticos complexos.



O autor, um geneticista clínico por formação, com dois doutorados na área da genética, discute essa questão de modo objetivo ao examinar 20 anos de pesquisas de alta qualidade, publicadas em revistas científicas internacionais bem-conceituadas, trazendo a luz à questão tão debatida atualmente.



É uma leitura indispensável a todos que têm dúvida quanto a homossexualidade ser devido a fatores genéticos ou comportamentais.

sexta-feira, 30 de março de 2018

Homossexualidade Masculina: Escolha ou Destino?







Este livro expõe as incoerências do debate sobre esse assunto e apresenta alternativas que podem contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que enfrentam direta ou indiretamente as conseqüências da atração pelo mesmo sexo.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Falsidades que a Ciência Desmente


A  ciência  moderna  fornece  alguma  base  para  justificar  o  comportamento homossexual?

No seu esforço para conferir ao homossexualismo todas as aparências de normalidade, o movimento homossexual volta-se para a ciência a fim de tentar provar três suposições:

1 - A homossexualidade é genética ou inata;
2 - Se animais praticam o homossexualismo, então ela deve ser natural;
3 - A homossexualidade é irreversível.

Com seu conhecido viés de favorecimento da propaganda homossexual, a mídia liberal decidiu antecipar o veredicto da comunidade científica e difundiu que a ciência aprova o homossexualismo. No entanto, divulgou uma falsidade. As respostas às próximas perguntas mostrarão o que a ciência tem apurado sobre o assunto.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

A Batalha pela Normalidade Sexual

Revista Pergunte e Responderemos nº 467/2001, pp. 33-39
D. Estevão Bettencourt, osb

Em síntese: O autor é PhD. Em Psicologia pela Universidade de Amsterdam (Holanda) e escreve na base de mais de trinta anos de terapia com homossexuais. Julga que a homossexualidade não é normal, não podendo ser tida como “o terceiro sexo”. Não se deve a genes nem a fatores hereditários, mas tem geralmente sua origem em falhas da educação ministrada a um menino ou a uma menina, que cria em si o complexo de inferioridade em relação aos indivíduos do mesmo sexo; daí querer o menino comportar-se como menina e vice-versa. O autor da obra procura propor pistas que contribuam para a recuperação da pessoa homossexual ou lésbica: dirija-se a um bom terapeuta; tome consciência de que há um tanto de infantilidade em suas tendências homossexuais; aplique a vontade para combater o ego infantil; seja perseverante na luta; se religioso(a), recorra à oração e à ascese, pois se pode crer que é da vontade de Deus a normalização sexual do indivíduo afetado.

Gerard van den Aardweg é Ph.D. em Psicologia pela Universidade de Amsterdam. Exerceu a psicoterapia desde 1963 na Holanda por mais de trinta anos, especializando-se no tratamento da homossexualidade. Entre as suas diversas obras, está o livro “A Batalha pela Normalidade Sexual”, que pretende levar ajuda às pessoas que sofrem problemas de sexualidade. A obra tem valor científico, bem documentada como é, e divide-se em duas partes: 1) O conceito de homossexualismo; 2) Recursos terapêuticos.

Nas páginas subseqüentes serão expostas as principais linhas doutrinárias da obra.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Relato de Casos de Terapia Reparativa

Utilizando transcrições reais de sessões gravadas em fitas-cassete, este livro utiliza os princípios básicos de meu trabalho anterior, mais técnico, Terapia Reparativa da Homossexualidade Masculina. Nesse livro, é possível encontrar exemplos claros da forma como trabalho com meus pacientes enquanto enfrentam as distorções que escurecem suas verdadeiras identidades masculinas.

Foram necessárias algumas restrições nas expressões verbais e uma simplificação dos termos clínicos para destacar os temas do processo de reparação. Além disso, para preservar a privacidade dos pacientes, cada caso aqui apresentado é um misto de experiências de diversos indivíduos com problemas similares. Nenhum caso se adapta detalhadamente a um único paciente. Qualquer fato que aponte para uma pessoa concreta é pura coincidência.

O Movimento de Libertação Gay tem alcançado grande êxito por meio do drama dos testemunhos pessoais. Quando todos os argumentos teóricos, tanto os que eram a favor quanto os contrários à ideia da homossexualidade como patologia, foram apresentados à Associação Psiquiátrica Americana (APA) em 1973, foi a perspectiva sociopolítica que teve maior influência. Ouvindo algumas histórias pessoais de frustração no tratamento de alguns gays, a associação psiquiátrica suprimiu a homossexualidade como categoria de diagnóstico.

Agora, exatamente 20 anos depois, oferecemos o lado oposto do testemunho pessoal, o dos homossexuais que tentaram aceitar uma identidade gay, mas que não se sentiram satisfeitos e logo se beneficiaram da psicoterapia para ajudá-los a libertar-se do conflito de identidade de gênero que reside por detrás da maioria dos casos de homossexualidade.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Vergonha e Perda de Apego: A Prática da Terapia Reparativa

Análise da obra de Joseph J. Nicolosi, Ph.D.

Recentemente a Associação Americana de Psicologia emitiu uma declaração dizendo que a terapia reparativa é ineficaz e que terapeutas não devem informar seus pacientes de que a mudança na orientação sexual é possível. Infelizmente, a equipe designada para avaliar a terapia reparativa era composta por defensores dos direitos dos gays. Devido à sua composição, tal equipe não reviu muitas das pesquisas sobre os efeitos positivos da terapia reparativa. Um dos trabalhos pertinentes que foram ignorados foi o novo livro do Dr. Joseph Nicolosi Shame and Attachment Loss: The Practical Work of Reparative Therapy (Vergonha e Perda de Apego: A Prática da Terapia Reparativa) .Este trabalho seminal tem respaldo em mais de duas décadas de pesquisa clínica, e cita diversas fontes. O livro tem o aval de vários profissionais importantes na área da psicologia e inclui prefácios escritos por H. Newton Malony, Ph.D., professor titular da Escola de Psicologia da Fuller Theological Seminary; e Robert Perloff, Ph.D., ex-presidente da Associação Americana de Psicologia e Professor Emérito Distinto da Universidade de Pittsburgh.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

“Cura gay”: o falso debate


 JOSÉ MARIA E SILVA

A resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que trata dos homossexuais não deve mesmo ser aplicada – além de inconstitucional, ela desrespeita o próprio Código de Ética dos Psicólogos.

Ao contrário do que tenta fazer crer o CFP, a homossexualidade não desapareceu por inteiro do Catálogo Internacional de Doenças adotado pela Organização Mundial de Saúde. O travestismo e o transexualismo, por exemplo, continuam a fazer parte da CID, sendo considerados “transtornos da personalidade e do comportamento do adulto”.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

"Homossexuais podem mudar"


A psicóloga repreendida pelo conselho federal por anunciar que muda
a orientação sexual de gays diz que ela é quem está sendo discriminada

Aceitar as diferenças e entender as variações da sexualidade são traços comuns das sociedades contemporâneas civilizadas. A psicóloga Rozângela Alves Justino, 50, faz exatamente o contrário. Formada em 1981 pelo Centro Universitário Celso Lisboa, do Rio de Janeiro, com especialização em psicologia clínica e escolar, ela considera a homossexualidade um transtorno para o qual oferece terapia de cura. Na semana passada, foi censurada publicamente pelo Conselho Federal de Psicologia (formado, segundo ela, por muitos homossexuais "deliberando em causa própria") e impedida de aceitar pacientes em busca do "tratamento". Solteira, dedicada à profissão e fiel da Igreja Batista, Rozângela diz que ouviu um chamado divino num disco de Chico Buarque e compara a militância homossexual ao nazismo. Só se deixa fotografar disfarçada, por se sentir ameaçada, e faz uma defesa veemente de suas opiniões.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Homossexualidade masculina: está resolvido?


"Não se curam os homossexuais, a despeito de serem absolutamente curáveis." Jacques Lacan, psicanalista francês.

De acordo com o psicólogo Fabrício Viana, a atração pelo mesmo sexo não faz parte do currículo dos
cursos de Psicologia no Brasil. Em seu livro O Armário, o Dr. Fabrício Viana afirma que, durante todos os anos de faculdade, seus professores jamais mencionaram sequer a existência da homossexualidade e dos homossexuais.(1)

Outros profissionais da Psicologia atestam a afirmação do Dr. Fabrício Viana. O professor Fernando Silva Teixeira Filho, Ph.D em Psicologia Clínica pela UNESP, por exemplo, reconhece que “a homossexualidade, ainda hoje, é abordada com pudor, medo, silêncio”. (2) Nesse mesmo sentido, a sexóloga e terapeuta Rinna Riesenfeld, em seu livro Papai, Mamãe, Sou Gay!, afirma que médicos, psicólogos e psiquiatras conhecem muito pouco sobre a homossexualidade.(3)

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Manifestações do Complexo Homossexual

Quando se tenta mostrar a verdadeira natureza do amor homossexual, encontra-se frequentemente uma
resistência indignada. «Porque não me deixa ser feliz, se eu sou assim?», é a exclamação dramática, facilmente previsível. No entanto, a questão não está em ser ou não permitido, mas em ser «vivível».

Muitas pessoas com orientação homossexual não estão nada dispostas a privar-se dos seus sentimentos ilusórios, como os alcoólicos ou os tóxico-dependentes não se querem abster dos seus estimulantes.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Como Pôde se Tornar?


Juntando as Peças do Quebra-Cabeça :
Como os genes, o ambiente e outras influências contribuem para a homossexualidade.

Pode ser difícil compreender como os genes, o ambiente, e outras influências relacionam-se umas com as outras, como um determinado fator pode  influenciar" um resultado mas não causá-lo, e como a fé entra nisso. O cenário abaixo é condensado e hipotético, mas é selecionado da vida de pessoas reais, ilustrando quantos fatores diferentes influenciam o comportamento. Note que o que se segue é apenas um de muitos caminhos que podem conduzir à homossexualidade, mas um caminho comum. Na realidade, o caminho de cada pessoa à expressão sexual é individual, porém muitos pontos comuns podem ser compartilhados com os de outros. 

terça-feira, 19 de março de 2013

Gerard Van den Aardweg [Entrevista]


Psicologia católica e abusos sexuais por parte do clero
Entrevista com Gerard van den Aardweg
Por Genevieve Pollock

I PARTE:

HAARLEM,

-O comportamento pedófilo - como no caso de abusos sexuais de crianças por parte do clero - não se pode equiparar com a homossexualidade, mas pesquisas revelam que ambos tampouco estão desconectados, diz um psicoterapeuta católico.

Gerard van den Aardweg trabalha como terapeuta há quase 50 anos em sua pátria, Holanda. Especializou-se em casos de homossexualismo e de problemas conjugais. Ministrou conferências no mundo todo e escreveu diversos livros sobre homossexualidade e pedofilia, assim como a relação destes temas com outros: a atração homoerótica no sacerdócio, a Humanae Vitae e os efeitos da paternidade homossexual.

A homossexualidade não é uma fatalidade


Afirma o psicólogo holandês, Gerard van Aardweg, que a homossexualidade pode ser tratada e ultrapassada, apoiando as suas afirmações em estudos clínicos. Afirmar que o homossexual não pode mudar é assumir uma atitude fatalista e desencorajadora, produto da falta de investigação séria sobre esta matéria.

 Van der Aardweg, num artigo publicado na Studi Cattolici dá conta de experiências bem sucedidas e portanto animadoras, mas silenciadas. 

Não é só o cidadão comum que olha para a homossexualidade com preconceitos; infelizmente muitos profissionais afinam pelo mesmo diapasão. Impera neste campo muita ignorância e a culpa é a falta de pessoas competentes que se debrucem a estudar, com seriedade e empenhamento, este assunto.

quinta-feira, 14 de março de 2013

"Homossexual Não-Gay" - Quem são eles?


Ultimamente muito se tem escrito sobre abraçar o estilo de vida gay e de sair do armário. Sair significa jogar todos os medos e decepções e desbravar a estrada da liberdade e da integridade pessoal.

Ainda há determinados grupos masculinos de homossexuais que não buscam preenchimento através da identidade explícita da vida gay. Esses homens escolheram crescer por outra diretriz. A palavra homossexual denomina uma condição psicológica masculina, mas ele não é gay. Gay descreve uma condição contemporânea sociopolítica de identidade e de estilo de vida que o homem não declara. Eu o chamo de homossexual não-gay.

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